A leishmaniose tem tendência a ser endémica nas regiões onde se encontram o vector e os mamíferos que actuam como reservatórios do parasita. Os cães domésticos são um importante reservatório para as formas de leishmaniose humana. A quantidade de cães infectados é difícil de calcular devido, por um lado, à existência de cães assintomáticos e, por outro, ao longo e variável período de incubação que pode atingir anos. Em zonas endémicas podem alcançar-se valores de seroprevalência de até 60% a 80%. No entanto, é preciso ter em conta que alguns animais podem nunca desenvolver a doença. |  |

Lesões dérmicas em distintas localizações num caso de Leishmaniosis
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